Esta já tem algum tempo, mas visto que já não vou poder tirar mais Fotos da Minha Janela da casa nos Anjos (mudei-me este mês, por isso agora passo a tirar Fotos da Minha Janela da casa na Ajuda) aqui fica uma para a despedida.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Experiência macroflorida (AKA o post piroso)
Sim, eu sei, estas fotos são um bocadinho pirosas. Mas publico-as na mesma porque comprei no ano passado um kit de lentes macro e queria partilhar algumas experiências que fiz com o dito cujo. Melhores fotos virão.
domingo, 10 de novembro de 2013
Um bocadinho de sol a preto e branco
Entre o trabalho em casa e o trabalho no trabalho, não tenho tido tempo nem cabeça para sair à rua à caça da melhor fotografia do dia. Por isso, as fotos mais recentes têm sido todas tiradas no CCB, ora de manhã à chegada, ora à tarde à saída, ora durante os bocadinhos de pausa para café.
Não sei porquê, mas ultimamente, ao olhar para a arquitectura do CCB, tenho tido mais vontade de fotografar a preto e branco do que a cores. Se calhar é por causa do Inverno a aproximar-se (apesar de hoje até estar um dia bastante solarengo). Não sei.
Não sei porquê, mas ultimamente, ao olhar para a arquitectura do CCB, tenho tido mais vontade de fotografar a preto e branco do que a cores. Se calhar é por causa do Inverno a aproximar-se (apesar de hoje até estar um dia bastante solarengo). Não sei.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Reflexo do homem sombra
Heh. Gosto de fazer estas brincadeiras de trocar o Norte às coisas.
Já agora, se uma sombra é a ausência de luz e o reflexo é causado pela luz a bater numa superfície e a voltar para trás, então o reflexo de uma sombra é o reflexo do nada.
E se o nada é nada, então o que é o reflexo do nada?
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Carreira 23 para Sejalá Ondefôr
Há muitos tempos atrás, num daqueles tempos em que o Casimiro ainda passeava pelas ruas de Lisboa, a carreira 23 da Carris não ia do Desterro para Algés. Nessa altura, ainda não existiam autocarros, só eléctricos, e o 23 era um veículo especial.
Agora, se pararem à beira do rio num dia de nevoeiro, algures entre Alcântara e Belém, é possível que consigam vislumbrar a antiga paragem do 23 no mesmo local onde antes se apanhava o carro eléctrico para a Aerodoca de Almada. Já quase ninguém se lembra, mas a Aerodoca foi, na altura, o maior centro de transportes do país, com perto de uma centena de partidas de Dragão ou Navio Espacial diariamente.
Esse tempo já se foi.
Com ele, foi-se também o velho 23 e o percurso que fazia, mergulhando no rio rumo a Oeste, passando pelas paragens Subtejo 1 e 2, Travessa do Mergulho e Forte de São Lourenço do Bugio, antes de fazer meia volta para Este, levantar voo e aterrar na estação de Orvalho Flutuante. A partir daí, os passageiros tinham de percorrer algumas dezenas de metros em nuvens especialmente preparadas para poderem então chegar à Aerodoca e partirem para locais tão famosos como as cidades perdidas de Sejalá Ondefôr ou Jálátive Manamelembroondié.
Agora, se pararem à beira do rio num dia de nevoeiro, algures entre Alcântara e Belém, é possível que consigam vislumbrar a antiga paragem do 23 no mesmo local onde antes se apanhava o carro eléctrico para a Aerodoca de Almada. Já quase ninguém se lembra, mas a Aerodoca foi, na altura, o maior centro de transportes do país, com perto de uma centena de partidas de Dragão ou Navio Espacial diariamente.
Esse tempo já se foi.
Com ele, foi-se também o velho 23 e o percurso que fazia, mergulhando no rio rumo a Oeste, passando pelas paragens Subtejo 1 e 2, Travessa do Mergulho e Forte de São Lourenço do Bugio, antes de fazer meia volta para Este, levantar voo e aterrar na estação de Orvalho Flutuante. A partir daí, os passageiros tinham de percorrer algumas dezenas de metros em nuvens especialmente preparadas para poderem então chegar à Aerodoca e partirem para locais tão famosos como as cidades perdidas de Sejalá Ondefôr ou Jálátive Manamelembroondié.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Vantagem da bicicleta
Andar de bicicleta em Lisboa tem vantagens e desvantagens. Às vezes, as desvantagens são mesmo chatas: subidas intermináveis com inclinações de noventa e tal graus, estradas repletas de buracos de profundidades variáveis (alguns com acesso directo à Nova Zelândia), frio (no Inverno), chuva (idem), taxistas mal dispostos, carris de eléctrico treinados especificamente para nos pregar rasteiras e famílias inteiras (incluindo o cão, o gato, o periquito, o peixinho de aquário, o farnel e a máquina de lavar loiça) que não têm mais nada que fazer do que ir passear e fazer piqueniques no meio das ciclovias.
Mas, carambra! Por vezes a paisagem parece do outro mundo.
Só que não é.
É mesmo deste mundo e está mesmo aqui ao pé de casa.
Só esta vantagem é maior do que todas as desvantagens.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Depois das obras
Exactamente um ano e dois meses depois da minha última publicação, depois de muitas aventuras e algumas (poucas) desventuras, depois de mais uma (a última?) mudança de casa, cá estou eu novamente a furar o espaço internáutico com novas baboseiras.
Terminadas as longas obras que permitiram a já referida mudança, esta pareceu-me ser uma altura apropriada para me deixar de merdas e voltar a dar vida à Esfera de Sonhos. Mas desta vez, ao contrário do ano passado, não faço promessas. Por isso mesmo, como poderão confirmar, alterei as regras do blogue impostas por mim a mim próprio para algo mais flexível.
Uma das coisas que vão mudar é que não vou estar tão preocupado em publicar imagens do próprio dia. Ou seja, as fotos publicadas aqui tanto poderão ter sido tiradas há um bocadinho, como há um bocadão.
Por hoje, aqui fica uma tirada há um bocadinho no CCB.
Mais virão. Até amanhã.
Terminadas as longas obras que permitiram a já referida mudança, esta pareceu-me ser uma altura apropriada para me deixar de merdas e voltar a dar vida à Esfera de Sonhos. Mas desta vez, ao contrário do ano passado, não faço promessas. Por isso mesmo, como poderão confirmar, alterei as regras do blogue impostas por mim a mim próprio para algo mais flexível.
Uma das coisas que vão mudar é que não vou estar tão preocupado em publicar imagens do próprio dia. Ou seja, as fotos publicadas aqui tanto poderão ter sido tiradas há um bocadinho, como há um bocadão.
Por hoje, aqui fica uma tirada há um bocadinho no CCB.
Mais virão. Até amanhã.
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